Para saber o “porque” e “como” controlar a insulina você precisa de uma consulta médica.
No entanto, sabe-se que o controle hormonal realizado através da insulina reconhece que cada tipo de alimento causa uma resposta diferente do organismo. O objetivo é tentar controlar essa resposta (no caso, a geração de insulina em resposta à glicose dos carboidratos), mudando a alimentação sem se preocupar com as calorias. Afinal, você só queima gordura se a insulina estiver baixa e você só acumula gordura se a insulina estiver alta. E o mais importante, a insulina só fica alta quando comermos carboidratos, sendo assim, uma vez “domada” a insulina, o balanço calórico se torna secundário no emagrecimento.
Quando você controla a insulina a mágica acontece: o seu corpo se condiciona a utilizar a gordura como fonte de energia. E os resultados são óbvios: emagrecimento e redução de gordura.
O uso da gordura como fonte de energia gera níveis mais estáveis de energia e disposição ao longo do dia. Você terá mais concentração e não terá aquela sonolência depois do almoço.
Esses efeitos são bem diferentes de uma dieta de restrição calórica, em que os efeitos são as refeições em pequenas porções, não ter prazer ao comer, sonolência, problemas com concentração e raciocínio.
Ao controlar a insulina, você não precisa se preocupar com as calorias, pois o consumo de gordura como fonte de energia será ininterrupto. Ou seja, enquanto você estiver acima do peso e/ou comer bastante gordura (você precisa comer gordura, pois há um limite na velocidade de liberação da nossa gordura corporal), você sentirá pouca fome e naturalmente comerá menos.
Por isso, nada de ficar lembrando de comer ou comer de três em três horas. Sua fome é o maior indicador de quando e do quanto comer. Para completar, como há bastante energia disponível e proteína para repor os músculos, você perde menos massa muscular enquanto emagrece (caso não faça atividade física) ou perde muito pouca massa, caso faça treinamento de ganho de massa muscular.
